30 agosto 2012

25 anos de SF

O meu post sobre os 25 anos da franquia. Como prometido ele vai ser mais informal, sem historinhas e nem nada. na verdade irei contar um pouco sobre mim.


Eu conheci Street Fighter (o SF II - World Warrior) por volta de 1993. Já tinha contato com games antes, seja pelo Atari do irmão da minha antiga babá ou pelo Phantom System (um dos clones do Nintendinho) do meu primo. A primeira imagem que tenho na minha mente sobre o game, é da tela vitória, onde mostrava o Blanka dizendo alguma coisa para um Ken derrotado.

No fim daquele ano, tentei jogar Street Fighter, no bar que minha mãe ainda possui (e que na época tinha máquinas de fliperama), mas só vivia tomando surra. Nesse meio tempo chegou lá Mortal Kombat, então meio que larguei de mão SF e fui jogar o seu maior rival e, por ironia, aprendi a jogar MK primeiro e a apreciá-lo mais do SF. Porém, depois de muita persistência, aprendi a jogar a franquia mais famosa da Capcom.

Mesmo sabendo os golpes de Ryu e Ken, me especializei com o Blanka, o maior brasileiro de todos os tempos! xD Mas tinha uma personagem que chamava minha atenção, uma menina aparentemente delicada, mas que surrava os homens do jogo, a minha querida Chun-Li. Lembro que tinha apenas uma pessoa que ia lá jogar com ela (ou com o Dhalsim) e pedi dicas para ele. A maioria só jogava com Ryu e Ken achava o resto um lixo. E foi assim que aprendi jogar com a minha musa inspiradora.


Mas um detalhe me chamava a atenção nessa época: todos os personagens terminavam com alguma companhia, seja da família, do ser amado, dos alunos ou da pessoa que mais admirava, exceto Ryu e Chun-Li. Na minha cabeça, isso transmitia uma certa solidão por parte deles.

Lembro que depois de um tempo, trocaram a máquina e colocaram uma das famosas "Street Fighter de Rodoviária). Aliás, lá teve várias dessas. A única que me lembro de ter jogado muito, foi uma em que o Guile soltava vários sonic booms (ou seria alex full? xD). Lembro que o meu padrinho, um dia, pediu para eu terminar o jogo com o Guile, para ele gravar a música, pois era a que ele mais gostava, assim como o final: Um homem vingativo que não mata o seu inimigo, graças ao amor que ele sente pela família. Que fofo!!

Depois dessa época as máquinas saíram de lá durante um tempo. Nesse período, ia a fliperamas com os meus colegas de escola (sim a minha mãe permitia), onde jogava vários jogos e foi assim que terminei jogando MK II, Super Street Fighter II Turbo, Street Fighter The Movie, Kabuki Klash, Killer Instict, Darkstalkers, X-Men, Street Fighter Zero, KOF 94...

Mas a minha "paixão" por SF só voltaria, quando minha mãe fez um pequeno fliperama, onde tinha uma máquina de Street Fighter Zero 2. Essa máquina não era um arcade e sim, um Sega Saturn adaptado numa máquina de fliperama. Ali cada "ficha" equivalia a 10 minutos de jogo. E só para constar o game era japonês.




Nessa época ganhei muitos contras. Desbancava os rapazes que ficavam pasmos pelo fato de uma garota saber jogar. Depois de algum tempo a máquina saiu, mas eu tinha um Saturn e ficava jogando em casa (a título de curiosidade, meu primeiro vídeo-game foi um Master System). E algum tempo depois o fliperama fechou (mas minha mãe abriu outro algum tempo depois e fechou de novo depois de um bom tempo aberto).

Nesse tempo, comecei a procurar coisas sobre Street Fighter (e Sonic também xD), desde estojos até revistas em quadrinhos. Procurava saber mais sobre a história do jogo e curiosidades, como histórias não-oficiais de doujins ou sobre o significado de alguns dos nomes. Sem falar sobre os manhuas, que conheci através do site RCLLair e que graças a Keiko, puder ter, de certa forma, em mãos. E óbvio, sempre que possível jogando também!

Tenho várias histórias de contras nesse tempo. Desde idiotas que colocavam contra comigo para querer provar que era o tal, até rapazes que ficaram felizes por encontrar uma garota que joga e óbvio, aquele contra saudável entre amigos. O primeiro caso remete a piadas, como uma vez que fui ao Rio de Janeiro resolver uns assuntos e, como estava em Nova Iguaçu, aproveitei para ver um amigo. Enquanto ele não saía do trabalho, fiquei jogando no fliperama do Top Shopping Street Fighter II - Champion Edition e um metido, quando me viu disse que ia me tirar de lá. Foi surrado sem dó nem piedade pela minha Chun-Li (e qualquer um sabe que a Chun-Li naquele game não é grande coisa). Sobre o segundo, me lembro que uma vez fui convidada para um campeonato aqui no Rio Grande do Sul. Fiquei feliz pelo convite, mas não aceitei, não só pela distância, mas também porque nsou apenas uma jogadora casual. E sobre os contra entre amigos se for para eu contar todas as vezes, farei um testamento.

Mas uma coisa que acho mais legal nisso tudo foram as amizades. Eu Geralmente falo que Deus coloca pessoas na minha vida, as vezes de uma maneira estranha. Devido a eu gostar de Street Fighter fiz amigos para uma vida inteira, inclusive um que já é falecido. Aliás, a primeira vez que eu e um grande amigo meu nos falamos foi pára discutir sobre o nome de Gouki/Akuma. Hoje a gente dá risadas sobre isso.

E antes que me esqueça tem o cosplay! Sempre quiz fazer cosplay de Chun-Li, mas faltava tempo e/ou dinheiro. Até que, com o lançamento de SF IV, me animei para fazer o cosplay sonhado, principalmente quando a Capcom divulgou essa foto:


Era um cosplay simples e, de certa forma barato, visto que eu tinha pouco dinheiro na época. Então rapidamente fiz esse cosplay em uma semana (agradeço o apoio moral do meu grupo de cosplay) e o apresentei no Anime Evolution no dia 2 de novembro de 2008! Ou seja, antes de SF IV sair no ocidente e, consequentemente, a maioria não reconhecendo essa roupa.


E até onde consegui pesquisar, fui a primeira a fazer este traje. E aos poucos, estou consertando os errinhos que tem nele, já que agora, possuo referencias melhores que a minúscula foto citada.

Porém, o que eu acho mais curioso neste relato, é que se não fosse pelo fato de eu adorar jogos de luta, eu não teria conhecido o meu esposo (talvez). Pois foi isso que nos uniu. Viram, existem esperanças gamers! É só principalmente não se comportarem que nem o boçal, que citei um pouco mais acima, com as garotas gamers!

E esse foi o meu post sbre os 25 anos de minha querida franquia. Algo mais pessoal, falando sobre algo qu faz parte de minha vida. Espero que tenham gostado!^^ See ya!!!!

5 comentários:

Scariel disse...

Street Fighter é praticamente um membro da família.

Rizal disse...

http://streetfightermanhuas.blogspot.com/2012/07/street-fighter-ii-manhua-parte-3.html


the link is dead, I hope you will re upload it back link is dead, I hope you will send back it back please :)

Bia Chun-li disse...

New link for you, Rizal: http://www.mediafire.com/?ufunl51wcd39fu2

Logan disse...

Parece que os games sempre te seguiram, não é? Rrss. Tenho varias historias sobre fliperamas tambem, mas a que eu nunca esqueço é quando eu estava vendo uma garota (linda por sinal) jogando MK1 na época no fliper onde eu costumava jogar, ela era muito ruim, estava perdendo a ficha e eu achando engraçado, aí pra minha surpresa ela disse: Vc acha engraçado? Então me ensina jogar. Eu ensinei, embora sempre olhando pra trás, pq ela estava acompanhada de mais tres caras, vai que algum era namorado dela, rrss. Bom, até hoje quando vejo ela lembro dessa cena. E olha que já fazem mais de 15 anos!!
Abraço!

Logan disse...

Ficou show seu modelito de Chun Li, quanto a "esperança" que vc citou depende, se vc conhecer alguma garota que goste de games (como eu) me avise rrss, pq minha ex não compartilhava do mesmo gosto, já minha filha me entende bem melhor...
Abraço!

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