01 fevereiro 2014

Review: Street Fighter Alpha mangá

Nihao, como estão? E aí, já deram uma curtida na página do Facebook do blog? Se não, clique aqui ou vá do lado direito do blog, onde está o plugin do Facebook!!!^^ Ah e vai ter um novo encontro de jogadores de SF, clique aqui e saiba mais.


Depois de tanto esperar, finalmente a New Pop lança a o mangá de Street Fighter Alpha!! "Todos comemora"!!! Então a tia Bia resolveu fazer um pequeno review sobre ele. Antes de começar, quero deixar uns pontos esclarecidos:
  1. Não irei fazer comentários quanto a tradução, exceto, se for necessário, quanto aos golpes. Eu não possuo a edição japonesa, não sei ler japonês, e infelizmente não tenho a americana. Então para mim é impossível falar algo a respeito de tradução e adaptação;
  2. Irei me focar mais em outras características, como a qualidade da edição, papel utilizado, acabamento e etc.
Creio que fui bem clara quanto aos pontos. Agora, vamos a parte que interessa!

O mangá de SF teve uma edição bem caprichada. A primeira coisa a se notar é que utilizaram o nome americano dele, SF Alpha e não o japonês (SF Zero). O papel do miolo é de boa qualidade, não é como o papel jornal utilizado em outros mangás de editoras mais famosas. Aliás, fazendo uma comparação, a edição chega perto das edições especiais de Sakura Card Captors da JBC. Só a capa que achei meio molinha, mas nada que, de fato atrapalhe. As cores estão bem vivas e inclusive há uma página colorida, como podem ver na foto tosca que tirei abaixo! xD


Uma coisa interessante na edição brasileira é que, ao contrário da maioria esmagadora dos mangás lançados aqui, com a capa de trás ser a mesma da frente, nós temos aqui, um pequeno resumo sobre o mangá, com direito a classificação etária bem grande como podem ver na outra foto tosca! xD



Outra coisa a se comentar é sobre o nome dos golpes. Na maioria das vezes, quando um personagem dá algum golpe, nos é mostrado o significado de seu nome, no canto da página.

Como disse, a edição é bem caprichada, o que deixa os fãs da série felizes, mas, nem tudo são flores. Existem uns erros de digitação/português, que poderiam ter sido revisados, como este abaixo:



Sem contar alguns problemas com a diagramação, desde o mais sutil, até aquele em que a palavra é cortada, como podem ver abaixo. Mas não se preocupem, não é nada que irá atrapalhar a sua leitura (mas incomoda).

Nessa ilustração percebemos um problema sutil com a diagramação, na hora de montar os quadrinhos.. Essa é uma ilustração de "tela inteira" e como podemos perceber a esquerda, as coxas e o punho da Chun-Li estão incompletos, não ocupando a página inteira, ao contrário de Ryu.

Nesse caso, temos um pequeno diálogo cortado.
"E como é a história tia Bia?" - Para quem assistiu o movie de SF Alpha, vai sentir um certo gosto familiar, pois esse anime se inspirou em muita coisa no roteiro, só que no mangá, as coisas se desenvolvem de uma maneira bem melhor, há explicações plausíveis para algumas coisas (ou seja, aqui a Chun-Li não fica que nem uma retardada obcecada seguindo o Ryu sem nenhum motivo aparente) e o Shun não existe!!! xD

O mangá nos mostra um Ryu confuso, devido a maneira que derrotou Sagat, despertando o Satsui no Hadou e que ao ajudar Birdie (que aqui tem certa consideração pelo japonês, devido a maneira que ele o trata), conhece Chun-Li e termina a ajudando numa investigação. Conforme a história segue, outros street fighters aparecem, como Ken, Adon, Sagat, Eagle, Nash, Gouken, Dan, Guy, Rose, Akuma, Goutetsu, Vega e Cammy, essa última utilizando um traje bem familiar aos jogadores de SSF IV. E lembrando que a aparência de Gouken aqui é a mesma do final de Akuma na SF Zero e não a do SF IV. Outro ponto bem legal é que, apesar de ser um mangá de aventura e ação, possui uns momentos de comédia, como o fato da Chun-Li ter lavado o gi de Ryu e ele ficar todo chateado e em seguida trocar de roupa na frente dela e de outra funcionária da Interpol. E se quer saber mais, compre e leia o mangá!!! =P

Bem, qual o meu veredicto? Apesar de alguns problemas, a edição está numa qualidade muito boa, que não vai decepcionar os fãs de Street Fighter. Porém, eu espero que os erros que apontei aqui, não se repitam na edição número 2, mas devo dizer que a New Pop está de parabéns e valeu pela espera do mangá.

E a tia Bia vai terminar por aqui. Então, até a próxima meus queridos!!!^^


Atualização:

Nihao novamente!!!^^ O Luiz Fernando (uma das pessoas mais crânios sobre SF que conheço) me mandou uma foto comparando o corte do quadrinhos das edições japonesa, americana e brasileira. Vejam e fiquem surpresos!!!



5 comentários:

Scariel disse...

Bem concordo em tudo isso ai. Só muito feliz de ver um mangá do Street Fighter nas bancas!
Com relação ao cortado, pelo visto varia de tiragem, no meu da pra ele o "Que droga".
Só os erros de digitação pecaram mesmo, uma revisão rápida resolvia eles. Enfim, aguardando o vol 2.

Hades disse...

Oi Bia, fiz um post te citando por causa de um post seu.
Espero que leia :)
http://p-hades.blogspot.com.br/2014/02/comentario-bia-chun-li-nao-querendo-ser.html

Bia Chun-li disse...

Acabei de ler, bem bacana. Quando disse que Poison é homo foi na questão do sexo biológico dela e não no que ela se considera. Até porque, ficaria mais fácil do povo entender.

Anônimo disse...

Estava procurando onde comprar e encontrei nessa loja virtual, tem os dois volumes.
http://www.centraldosquadrinhos.com.br

Eric M. Souza disse...

Bia, pus fim a uma heresia e finalmente comprei este mangá em 2017. Eu gostei um bocado e fiquei surpreso sobre como ele influenciou a Capcom (afinal, ele é de 1996), com várias coisas que se concretizaram no SFZ3 (Psycho Drive, Sagat bom, etc). Eu sei que você talvez não possa me responder, mas vai a pergunta mesmo assim: de onde surgiu o nome Charlie Nash e a Chun Li falando sobre o estilo shotokan? Porque são duas coisas impensáveis - Charlie Nash foi algo resolvido só recentemente e shotokan era coisa da Capcom of America, no Japão diziam "karate" sem mencionar qual, e depois ficou Ansatsuken -, e nem imagino a Udon tendo jogado shotokan em sua tradução de 2007.

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Comentários