26 setembro 2016

E como fica a cronologia? 6ª parte - Edição Especial Fichas

Nihao!!! Como estão? Curtiram o artigo da Ingrid? Aliás, sabiam que esse artigo eu estava fazendo desde os betas de Street Fighter V?

Bem, o artigo de hoje é para explicar o conceito das fichas que a Capcom está colocando no CFN Portal. Todos os personagens que possui ficha são canon? Violent Ken agora está no universo de Street Fighter? E quanto a Luke (Rook) e Blair Dame? De onde raios é Mary? Calma, que seus problemas acabarão aqui (até que a Capcom mude algo, huahuahuahuahau).

Irei dividir as fichas publicadas em três grupos, Universo Principal, Universo Paralelo e Extras. Então vamos conhecer o conteúdo de cada.


Universo Principal


Como o próprio nome revela, contém as fichas dos personagens que fazem parte do universo principal da série. Nele Temos Ryu, Chun-Li, Sagat, Guile, Karin, Lee, Joe, Mike Haggar e etc. Salvo algumas exceções, como Ingrid, são todos os personagens que apareceram nos jogos principais, do SF 1 até o SF V, além daqueles de Final Fight. E aí é que começa uma pequena confusão.


Alguns personagens, como o caso de Evil Ryu, que oficialmente na história, apareceu em Street Fighter 1, não necessariamente são canônicos nos jogos que aparecem, ou o seu final não conta. Pegando o exemplo de Evil Ryu, na saga Zero/Alpha, ele não participou, no máximo, durante um breve momento, tivemos um Ryu confuso sob o controle de Bison, em Zero 3. E o final de Decapre em Ultra SF IV, não conta para a história, apesar da personagem ser canônica ali, como podemos ver nas lembranças de Cammy em SF V.

E dentro desse universo, a Capcom ainda nos trouxe umas surpresas. A primeira, é o caso de Nash, que foi morto durante os acontecimentos de SF Zero 2, mudando assim alguns acontecimentos de SF Zero 3. Aliás, a minha teoria é que o papel de Nash ali pode ter sido desempenhado por Guile.

Outra surpresa foi a inclusão de personagens oriundos de spin-offs da série. Nesse caso temos, as Dolls Junior, que apareceram pela primeira vez no pachinko Chun-Li Ni Makase China, assim como Mary e Reiko, do mesmo pachinko. E só para esclarecer, as outras Dolls que aparecerem junto das Junior, não são oriundas do pachinko.

Mary
Reiko
Dolls Junior
Além desse pessoal do pachinko, também foi canonizado, Shiba e Simone, do jogo Canon Spike, Blade, Arkane, F7 e Khyber de Street Fighter The Movie e o Cyborg que aparece no anime longa metragem e no seu respectivo jogo. A maior surpresa fica com Ruby, que é a Ruby Heart de Marvel vs Capcom 2!

Shiba
Simone
Blade
Arkane
F7
Khyber
Cyborg
Ruby
Sim, Ruby faz parte agora do universo principal de Street Fighter, assim como o restante de sua família, oriunda do jogo Pirate Ship Higemaru. O curioso, é que, mesmo esses personagens sendo canonizados, nem tudo foi aproveitado de suas mídias de origem, como aconteceu com Karin Kanzuki, que em Sakura Ganbaru, estudava na mesma escola que sua rival. O exemplo disso, é o caso de Blade, que em Street Fighter The Movie é revelado ser Gunloc (de Slam Masters), que no storyline do jogo é o irmão de Guile infiltrado na Shadaloo, enquanto que na ficha de Blade de SF V, deixa a entender que é outra pessoa por debaixo da máscara.

Sawada
Outra versão do artwork de Sawada
E para terminar, ainda temos uma curiosidade. Sawada, sim aquele de Street Fighter The Movie, é citado no livro "A Visionary Book" que vem com a edição especial de Street Fighter V, num quadro de relação entre os personagens, além de ter até artwork pronto. Porém, até o momento, sua ficha não foi publicada.


Universo Paralelo


Aqui entram os personagens que ganharam fichas, mas que não fazem parte do universo principal e sim, como o próprio nome já diz, de um universo paralelo. Esses personagens, não necessariamente podem compartilhar do mesmo universo paralelo. Caso tenha ficado confuso, é só lembrar do conceito de multiversos presentes na DC Comics, na Marvel ou na série Dragon Ball.

Até o momento, os personagens que entram nessa categoria, são todos aqueles que fizeram parte das séries Versus. Nisso temos, Shadow de Marvel Super Heroes vs Street Fighter, Shadow Lady de Marvel vs Capcom e Brain-washed Ken (conhecido também como Violent Ken) do anime Street Fighter II - The Animated Movie e  SNK vs Capcom Chaos.

Shadow
Shadow Lady
Brain-washed Ken
Com isso, podemos deduzir que, caso haja uma ficha de Mech Zangief, Dark Sakura, Cyber Akuma e até mesmo Fallen Balrog (uma versão sombria de Vega, no jogo Cannon Spike), ela estará nessa categoria.

E lembrando que quem afirma que Shadow, Shadow Lady e Brain-washed Ken são de um universo paralelo é a Capcom.

Extras


Nessa categoria ficam as fichas daqueles que possuem algum tipo de relação com o universo de Street Fighter, mas que, por algum motivo, não fazem parte do universo principal e não foram colocados na categoria de universo paralelo. Pode ser meio estranho, porém, é como se o universo desses fosse algo à parte e único, não se encaixando no conceito de universo paralelo de Shadow Lady, por exemplo. Ou então, simplesmente, por qualquer motivo, a Capcom preferiu deixa-los à parte. Dentro deste grupo, temos:

Street Fighter 2010


Sim, o jogo que tem Street Fighter no nome, mas não tem nada haver com a série de fighting games que tanto amamos! Adaptando uma fala do AVGN, que Street Fighter V o quê, o negócio é Street Fighter 2010!


Curiosamente, na época de seu lançamento, quando o jogo foi portado para a terra do Tio Sam, a Capcom USA, mudou o nome do personagem principal, Kevin Straker, para Ken e afirmava que o lutador americano tinha sido o campeão do 2º torneio World Warrior. Com isso, SF 2010, ficava sendo uma "continuação", que ocorria anos depois de SF II.

Kevin Straker
Dr. Jose
Mesmo sendo um jogo a parte da franquia, com essa ligação um tanto inusitada (o nome do jogo e a troca de nomes), a Capcom colocou a ficha de Kevin e do Dr. Jose para os fãs do jogo.


Capcom Fighting All Stars: Code Holder


Aqui entra os personagens do jogo cancelado, no caso D.D. Luke (ou Rook como era conhecido anteriormente) e Ingrid. Além da ficha dos personagens em si, a Capcom divulgou vários detalhes, como um pouco da história, e o artwork, de Death (incluindo o seu nome real, Avel), e curiosidades sobre o jogo, que vocês podem conferir nesse artigo que fiz para o Fighters.

Daisuke Dejima, vulgo "D.D.", que possui o código Ogre
Luke (conhecido anteriormente como Rook), detentor do código Fallen Angel
Ingrid, detentora do código Eternal Godess
Um detalhe interessante é que isso meio que serviu para "confirmar" de vez, que Ingrid era apenas uma convidada em Street Fighter Alpha 3 Max e que todo o contexto dela no jogo, é para ser ignorado. Tanto que, se um dia, Ingrid fazer alguma participação especial na franquia, me pergunto se eles não vão aproveitar o storyline dela de CFAS.

Street Fighter EX


Todos devem se lembrar da série EX, feita em conjunto com a empresa Arika, lançada em meiado dos anos 1990. O universo dessa série é algo a parte, com personagens exclusivos.

No momento, a Capcom está colocando as fichas de cada um deles, desde aqueles que fizeram parte de todos os jogos da série, como Hokuto, até os "menos conhecidos" como o caso de Blair Dame, que só participou de SF EX, SF EX Plus e SF EX Plus α.

Blair é uma das personagens de SF EX que teve a ficha publicada
Lembrando que os personagens da série EX são de propriedade da Arika, então o uso, mesmo que seja como uma participação especial em algum jogo da série principal, depende também, da aprovação da empresa.


Espero que eu tenha conseguido esclarecer esses pontos a respeito das fichas que estão sendo lançadas. Caso a Capcom atualize alguma informação, ou faça alguma mudança, irei fazer um novo artigo explicando elas.

Então, irei ficando por aqui. Fiquem à vontade para comentar e até a próxima!!!! =)

21 setembro 2016

Ingrid - A odiada amada personagem

Nihao pessoas, tudo bem?? ^^ Hoje o artigo será especial, dedicado a uma personagem odiada, querida, controversa, o 8 ou 80 de SF... Ingrid!!!


De personagem badass a mary sue odiada por muitos

Assumo que há tempos estava querendo fazer um artigo dedicado a ela, justamente por existir uma controversa em torno da personagem. Então, vamos ao que interessa.

Artigo aprovado pela deusa Éris!



A origem de Ingrid





Ingrid surgiu no jogo Capcom Fighting All Stars, como um dos sub-boss. O estilo do game seria algo parecido com a KOF Maximun Impact, um ambiente 3D, mesclando a jogabilidade 2D. O sistema de barras de energia era parecido com o de Vampire Savior (com um sistema de três tiers), onde cada barra de energia perdida, aumentava a barra de Super Combo.


A história do jogo era a seguinte: O vilão Death escondeu uma poderosa bomba em Metro City, que se detonada, iria destruir a cidade. O prefeito Mike Haggar descobre e pede a ajuda de Ryu, Chun-Li, Alex, Nash, Poison, Akira, Batsu e Strider Hiryu para localiza-la. Porém, para desarmar a bomba, seria preciso ter três códigos necessários, que estavam em poder dos três ajudantes de Death: D.D, que era o líder dos três, tendo como codinome "God of Thunder" e o código "Ogre", Rook (ou Luke, conforme o CFN Portal), o "Fallen Angel", que possuía como código o seu nick e por último, a conhecida como "Eternal Goddess", Ingrid, que possuía o código Isis.


O jogo, que contaria ainda com Akuma e Demitri, foi cancelado em 2003, após alguns meses de desenvolvimento, e conforme alguns sites, foi devido ao feedback negativo dos beta-testers, aos problemas de jogabilidade encontrados que não conseguiram ser solucionados pela Capcom. Mais sobre ele, vocês podem conferir nesse meu artigo pro Fighters.


EM CFAS, Ingrid é uma garota misteriosa (seus dados como data de nascimento, tipo sanguíneo e local de nascimento são desconhecidos), que parece ter alguma relação profunda com Death, o vilão do jogo, além de não gostar de ondas eletromagnéticas. Ela possui ainda uma vida longa, ao contrário de Death. Ingrid também gosta de brincar com seus oponentes, mostrando suas habilidades. Ela ainda possui um grande poder e um destino importante.

Death

Devido ao que foi divulgado, Ingrid não seria exatamente uma humana comum. Alguns fãs, depois da Capcom divulgar mais detalhes sobre o CFAS, especulam que ela pode ter sido criada por Death, até devido a relação deles, que nunca foi revelada. Além disso, Ingrid iria possuir também um lado negro, mas não há detalhes sobre o que exatamente seria essa Dark Ingrid, a não ser os possíveis designs dela:


Os personagens exclusivos do jogo (exceto Death) fariam participações em outros jogos da empresa, como, por exemplo em Otoranger. Mas, de longe, Ingrid foi a melhor aproveitada. E é aí que começa a discórdia com a personagem.

Sim Discord, é agora que a treta começa!

Capcom Fighting Jam



Eis o jogo que NINGUÉM quer lembrar. Chamado "carinhosamente" por alguns de "Capcom Fighting Mugem", ele reúne diversos personagens da Capcom num crossover, onde Ingrid tinha algum problema com Pyron e precisava derrota-lo. O final da personagem não diz muita coisa, a não ser que ela conseguiu derrotar Pyron, bani-lo e depois do serviço terminado, se "aposentou".



O fato do jogo em si ter tido uma resposta negativa AO EXTREMO, por parte dos fãs, não ajudou muito na popularidade de Ingrid. Alguns ficaram curiosos em saber quem era a menina mágica bonitinha (ou meio furiosos, cansados de personagens no estilo Athena Asamiya), mas ficou por isso mesmo. Até que a Capcom resolveu coloca-la em uma de suas maiores franquias...

Street Fighter Alpha 3 Max


Nesse jogo é revelado que Ingrid é a "verdadeira detentora" do Psycho Power e viaja no tempo para dar uma lição em Bison, pois um mero humano normal como ele, não poderia usar esse poder. Ou seja, no próprio background, deixa claro que ela é muito poderosa, até mais que Bison. Sem falar que, como ela vem do futuro, sabe do fim de alguns personagens como Ryu. Aí começa a discórdia, de fato.


Alguns fãs ficaram um tanto indignados, pois como uma personagem que LITERALMENTE caiu de pára-quedas, sem NENHUM tipo de "familiarização", é tipo "a rainha da cocada preta", que sabe de tudo, que pode destruir o Bison com um estalar de dedos e, simplesmente, acabar com TODOS os problemas que Bison causou posteriormente? Tanto que, para estes, ela virou a "mary sue" da Capcom, a personagem perfeita, idealizada, que pode tudo. Isso óbvio, ainda tem aqueles que estavam cansados de personagens no estilo da Ingrid.


Devido a esse background, um tanto problemático, ao mesmo tempo que a Capcom conseguiu aumentar a popularidade da personagem, aumentou de maneira igualmente proporcional, a legião de haters da mesma. Tanto que, se o leitor tiver paciência, poderá ler diversos comentários no Facebook de Yoshinori Ono pedindo pela volta de Ingrid em algum Street Fighter, como também pedindo para pelo amor de Deus e a tudo que é mais sagrado, para ela não aparecer.


Project X Zone 2


Nesse jogo, Ingrid possui um background um pouco parecido com o de SFA3Max e, assumo, tem um ótimo senso de humor, sendo sarcástica e um tanto troll (como a imagem abaixo, que me fez rir durante um bom tempo).



Continua sendo poderosa, no maior estilo entidade da luz. A participação dela, aparentemente, não mudou muito a popularidade negativa, ao menos no que vi (posso estar errada).



No máximo, cativou alguns, que mesmo assim, só "aceitariam" a personagem em um novo SF, caso o background dela, fosse diferente daquele proposto em SFA3Max. Quem sabe, algo que remeta ao CFAS.


Street Fighter x Tekken


Bem, nesse caso, a culpa é da Udon! xD Na adaptação do jogo feita pelo estúdio, mostrando o prólogo dos eventos, fica claro que quem jogou Pandora na Terra foi Ingrid, como um "presente" para testar os lutadores. 


 

Nesse quadrinho, Ingrid é um tipo de deusa/deidade/entidade cósmica poderosa. 

Porém, no jogo, não há nada explicando quem jogou Pandora lá.


Atualmente



A Capcom confirmou que a participação de Ingrid em SFA3Max não é canônica. Ingrid ali é uma convidada especial, sua presença no jogo, em termos de história, nunca aconteceu. Ela é apenas uma personagem extra para os jogadores e mais nada.

Além disso, foi dito no começo do artigo, a Capcom revelou mais detalhes sobre Ingrid e os outros personagens de CFAS no CFN Portal, onde terminamos conhecendo sua história original, e também, fica claro o caráter especial da ficha (assim como dos personagens da série versus, como Violent Ken e Shadow Lady, que são de um universo paralelo), não tendo ligação alguma com o universo de Street Fighter. Tanto que chega a ser engraçado ou triste, dependendo do seu ponto de vista, que o personagem Blade de Street Fighter The Movie, Mary de Chun-Li Ni Makase China e até Ruby Heart de Marvel vs Capcom 2 são canônicos, no universo principal da série, enquanto que Ingrid não.


Será que um dia veremos Ingrid novamente em SF? Quem sabe. Mas talvez, com o que foi divulgado, eles usem o background original da personagem. E não contem muito dela se tornar canônica, ao menos, não agora (porque lembre-se a Capcom ama nos trollar xD).

Bem, espero que tenham gostado desse especial sobre ela e que eu tenha conseguido ser um tanto imparcial. Fiquem a vontade para comentar. =)

Então, até a próxima!!! ^^   

30 agosto 2016

29 anos de Street Fighter 1!!!!

Nihao pessoas!!! Antes de começar, eu publiquei esse artigo primeiro no Fighters Brasil. Ou seja, eu posso fazer um copy + paste do que eu escrevo, mudando algo aqui ou ali, mas se você ver alguém copiando na cara dura me fale! vai sentir a força de um Shun Goku Satsu, hauhauhauhauhauahauhau!!!! 



Hoje, dia 30 de agosto, o primeiro jogo da franquia Street Fighter está completando 29 anos! Tá ficando velhinho!!!! xD Então, que tal fazer uma pequena viagem ao passado, mostrando os primórdios da nossa amada franquia?

Street Fighter II, de longe, foi um marco dos jogos de luta e, de certa forma, serviu como modelo para outras franquias de sucesso. Porém, seu antecessor, o primeiro Street Fighter, não teve tanto impacto assim na época de seu lançamento, mesmo ele se diferenciando dos jogos de luta que já existiam em sua época, como o Yie-Ar Kung Fu.

A grande inovação de Street Fighter, foi a sua jogabilidade, com um joystick e dois botões hidráulicos, ou seja, dependendo do nível de intensidade que se pressionava o botão, o personagem daria um soco ou um chute com intensidades diferentes. Além do que, foi ali que nasceram os famosos golpes Hadouken, Shoryuken e Tatsumaki Senpuu Kyaku, ao fazer um determinado comando com a alavanca e um dos botões. Algum tempo depois, lançaram uma nova versão do arcade, onde com controle padrão de Street Fighter que conhecemos hoje, com três socos e três chutes.

No jogo, diferente de SFII, só havia a possibilidade de se jogar com Ryu. Ken estaria disponível apenas para o segundo jogador e os demais personagens eram exclusividade da CPU, havendo a possibilidade do jogador escolher por qual país começar. Assim como no Street Fighter II, há os bonus stages, que desafiam a sua força e habilidade.

Uma coisa notável para todos aqueles que jogaram o SF 1 (seja no fliperama ou por emuladores) é a quantidade absurda de energia que um simples hadouken drena do adversário, ao mesmo tempo, o quanto era difícil soltar o comando, pois os controles não respondiam muito bem. Além disso, há uma curiosidade interessante. Enquanto que na versão japonesa, Ryu e Ken diziam os nomes originais dos seus golpes, na versão americana, teve uma dublagem. Com isso, Hadouken virou “Psycho Fire”, Shoryuken, “Dragon Punch” e Tatsumaki Senpuu Kyaku, "Hurricane Kick". A adaptação dos nomes dentro do jogo só voltaria a se repetir em Super Street Fighter II; onde os golpes de Cammy “Spiral Arrow” e “Canon Spike” viraram, respectivamente, “Cannon Drill” e “Trusk Kick”; em Street Fighter The Movie da versão arcade, onde Ken dizia os nomes “traduzidos” de Shoryuken (Dragon) e Tatsumaki Senpuu Kyaku (Hurricane) e na série Street Fighter IV, em determinados golpes. Isso, óbvio, sem falar na dificuldade extrema que era enfrentar Sagat, como o “chefão” do jogo.

Falando em Sagat, eis todos os personagens presentes:


A turminha do barulho que aprontou altas confusões! xD

  • Ryu: O protagonista, que entra no torneio World Warrior a procura por oponentes mais fortes, para testar sua força e habilidade. Nesta versão, possui cabelo e sapatilhas vermelhas;
  • Ken: Melhor amigo e rival de Ryu, treinaram juntos sob a tutela de Gouken. Acessível apenas no 2p. Mesmo participando do jogo, sua presença neste torneio é desconsiderada no storyline da série;
  • Retsu: Um monge japonês, que foi excomungado do seu templo, devido o uso de técnicas proibidas. É ex-instrutor de Shorinji Kempo, busca o arrependimento e procura melhorar as suas técnicas;
  • Geki: Um ninja que utiliza uma garra similar a de Vega e shurikens. Conforme revelado no CFN Portal, faleceu, sendo sucedido por Geki II, este possuindo ligação com a personagem Ibuki;
  • Joe: Um kickboxing americano, lutador de savate. Conforme o CFN Portal, atualmente luta usando o codinome de “Super Star”. durante muito tempo, pensava-se que ele era um dos lutadores presentes na abertura original de Street Fighter II;
  • Mike: Um boxeador que passou um tempo na prisão por roubo, sendo ali onde aprendeu o boxe. Quer arrecadar dinheiro para ajudar os pobres de sua comunidade e possui uma irmã mais nova. Assim como Joe, durante muito tempo acreditava-se que ele era um dos personagens da abertura do Street Fighter II original;
  • Lee: Artista marcial chinês que, assim como os outros participantes, perdeu para Ryu. É tio de Yang e Yun;
  • Gen: Um velho mestre chinês assassino profissional. É amigo de Dorai, pai de Chun-Li. Gen reaparece em outros jogos da série sendo eles SF Alpha 2, SF Alpha 3 (e seus upgrades), Super SF IV e Ultra SF IV;
  • Birdie: Punk inglês, que mescla “briga de bar” com luta livre. Ao voltar em SF Alpha, teve sua etnia trocada (de branco para negro). A desculpa dada pela Capcom é que na época do Word Warrior (SF 1), ele estava doente. Além da série Alpha, Birdie também participa de SF V;
  • Eagle: Um guarda-costas inglês de uma rica família. Foi contratado para derrotar Sagat, mas falhou. Eagle reapareceu em Capcom vs SNK 2 e Street Fighter Alpha 3 MAX;
  • Adon: Sub-chefe e discípulo de Sagat. Reapareceu nos jogos da série Alpha e nos upgrades de SF IV;
  • Sagat: Chefe final do jogo. Ainda sem a sua famosa cicatriz, possui golpes especiais similares ao que utiliza em SF II, excetuando o seu Tiger Uppercut (golpe que pela história ele só desenvolve depois do confronto com Ryu). Pela história original, ao perder para o novato Ryu, com um Shoryuken poderoso que o deixou com uma enorme cicatriz no peito, Sagat ficou com o orgulho ferido e cego por vingança. Na história atual, Sagat fica ressentido pela atutide de Ryu, que ao ser dominado pelo Satsui no Hadou, dispara um Shoryuken no tailandês de maneira covarde.

Street Fighter 1, foi dirigido dirigido por Takashi Nishiyama (creditado como "Piston Takashi") e planejado por Hiroshi Matsumoto ("Finish Hiroshi"), que trabalhou anteriormente no beat'em up Avengers . Os dois deixariam a Capcom após a produção do jogo e foram para a SNK, onde desenvolveriam a maioria dos jogos de luta da empresa. Mais tarde, dupla viria a trabalhar para Dimps e com isso, participaram na produção de Street Fighter IV. Keiji Inafune, conhecido por seu trabalho artístico na série Mega Man, tem o seu início na empresa fazendo o design e as ilustrações dos personagens.

Mesmo não fazendo um sucesso estrondoso quanto o seu sucessor, na época foi portado para o TurboGrafx-CD e lançado em 1988, com o título Fighting Street, com uma trilha sonora arranged. O jogo também teve versões para o Commodore 64, ZX Spectrum, Amstrad CPC, DOS, Amiga e Atari ST. Abaixo, vocês podem conferir um vídeo que mostra as diferenças de cada uma:  



Tá, eu sei que algumas diferenças são meio bizarras.

Apenas anos depois que a Capcom portaria o jogo para outros consoles, nesse caso, fazendo uma emulação do arcade original para Windows (Capcom Arcade Hits Volume 1), PlayStation Portable (Capcom Classics Collection Remixed) e PlayStation 2 e Xbox (Capcom Classics Collection Vol. 2).


Ai, ai, ai Ryu... *___*
Mesmo não sendo muito conhecido, Street Fighter 1 é lembrado com carinho por muitos fãs da série como o início da franquia Pois afinal, o que seria do universo dos jogos de luta sem o famoso Hadouken?

Muito obrigada por terem lido até aqui e que a série Street Fighter continue indo “ao encontro do mais forte” por muitos e muitos anos. E fiquem com um rabisquinho rápido que fiz para comemorar! ^^




See ya!!!
   



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